O
embrião da Fresno surgiu
em dezembro de 99: Paraíba,
Nego, Vavo e Cuper, tocando covers
de pop/rock, ensaiando num quartinho
quente pra caramba. Lezo, violonista,
entra na banda pra tocar baixo,
como "músico contratado".
Junho de 2000 - primeiro show, no
Festival de Bandas da escola. Só
covers, com uma versão punk
de Sozinho, do Peninha, que o Caetano
Veloso cantava. A galera curtiu
horrores. Lezo passa de "estagiário"
para componente oficial da banda,
que se chamava Democratas.
Nas
férias de inverno de 2000,
começaram a ser influenciados
pelo punk rock californiano. Músicas
próprias vão surgindo
aos borbotões, compostas
principalmente por Paraíba.
Começam a ensaiá-las
e no fim de agosto, mais um show
na escola, com covers e algumas
próprias. Depois disso a
banda ficou um tempão só
nos ensaios. Veio o verão,
e a banda hibernou.
O
ano de 2001 veio com promessas de
dedicação à
banda. Muitos ensaios, só
músicas próprias,
e a banda agora já era hardcore
mesmo. Devido à existência
de uma banda homônima em Pernambuco,
trocaram de nome para Fresno. O
primeiro show 100% próprio
foi no fim de maio, de volta à
ex-escola, num festival. A platéia,
composta por alunos, recebeu bem
as músicas. Em julho gravaram
a primeira demo. Segundo os integrantes
da banda "tão ruim que
ficamos com vergonha de lançar".
Mais alguns meses de ensaio e foram
convidados para abrir o show dos
paulistas do Dance Of Days. Imediatamente,
gravaram uma demo melhor, com nome
e tudo: "O Acaso Do Erro".
Durante as gravações,
divergências técnicas
resultam na saída de Nego.
O resultado foi um CD com 5 músicas
bem-gravadas, mais uma bônus
acústica. A repercussão
das músicas da demo foi melhor
do que o esperado. Ficaram por 3
semanas entre os TOP 20 das músicas
mais ouvidas do Brasil no site mp3.com.
Com o tempo, as mais de 60 demos
acústicas se espalham pela
internet e tornam a banda conhecida
no meio underground.
Em
agosto de 2003, a Fresno lança
seu primeiro CD "oficial",
chamado "Quarto
dos Livros".