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A
banda surge em março de 1995, em Pelotas
(RS). É formada por um grupo de amigos
que curte a fusão do rock com outros
estilos musicais.
Começam a tocar e compor influenciados,
principalmente, por bandas como Red
Hot Chili Peppers, Chico Science e
Nação Zumbi, Living Colour, Faith
No More, Raimundos, Mister Bungle,
além, é claro, Almôndegas, Vitor Ramil,
Mano Lima, Engenheiros do Hawaii,
Nei Lisboa, Nenhum de Nós, Tangos
& Tragédias, TNT, Kleiton & Kledir,
dentre outros artistas da cena musical
sulista.
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A
banda se apresenta em bares, colégios,
festas, boates e espaços alternativos.
Em 96, a banda é finalista do Circuito
de Rock da RBS TV, em Capão da Canoa
(RS).
A Balada Bovina. Ainda em 1996, participa
do festival Moenda da Canção, na cidade
de Santo Antônio da Patrulha (RS),
com Balada Bovina, uma mistura de
rock, funk e vanerão. A ótima receptividade
da mídia, artistas e público impulsiona
o trabalho de composição. A partir
daí, a banda intensifica a pesquisa
e a mescla do rock com elementos da
musicalidade regional gaúcha e brasileira.
Lançam, em 1998, o CD de estréia,
o Liber Pampa, semeando idéias sonoras
que extrapolem as fronteiras geográficas
e culturais do Rio Grande do Sul.
Os Doidivanas apostam na valorização
das culturas regionais. A ponte para
esta valorização é mistura de estilos
musicais, utilizando o rock como linguagem
para dialogar com os diferentes públicos.
É o gaúcho pop-rock-pampa-universal
no mar da globalização.
Da boate até o galpão. Com o álbum
Liber Pampa, a banda começa a realizar
shows em todo Estado, tocando em festivais,
feiras, mostras coletivas e outros
eventos, tais como a Festa da Uva,
em Caxias do Sul, 6ª Payada - Festival
de Arte Crioula do Cone Sul, em Arroio
Grande, RS Música, em Porto Alegre,
Ato-Show Lagoa Limpa, Acorde! - Festival
de Cultura e Arte, Fenadoce, Cabobu,
em Pelotas, Verão com Vida, no litoral
norte, Musicanto, em Santa Rosa, Moenda,
em Santo Antônio da Patrulha, Circuito
Estadual de Música, na serra gaúcha,
13º Festival de Folclore de Minas
y Abril, no Uruguai, entre outros.
A banda é indicada na categoria revelação
no Prêmio Açorianos de Música 99,
evento promovido pela Prefeitura Municipal
de Porto Alegre (RS) que destaca o
melhor da produção musical do Estado.
Em dezembro de 1999, fazem o lançamento
do projeto Sou de Pelotas, Por Quê?!,
uma parceria da banda com o cartunista
André "Alma" Macedo. O projeto é um
kit com CD e uma revista de quadrinhos,
na qual viram personagens de HQ. Alma
é o criador do universo dos personagens
Libório e Betinho, muito populares
em Pelotas e na região sul do RS.
No mesma época, a banda cria seu próprio
selo, o Bugioganga Records.
De 1999 a 2001, os Doidivanas produzem
diversas demos e traçam novos rumos
para a sonoridade da banda. A principal
mudança é o uso de samplers e programações
rítmicas, utilizando o computador
como parceiro de arranjos. No período,
a banda compõe mais de 40 músicas.
Em 2000, monta seu próprio estúdio
de gravação, o Doctor Audio, onde
grava e produz seu novo trabalho.
Em janeiro de 2002, a banda lança
seu segundo álbum, o Viagem ao Sul
da Terra.
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DISCOGRAFIA
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| CD
Festival Musivale (1995), em Lajeado
(RS), com Páginas Não Lidas |
| CD
Festival 10ª Moenda da Canção
(1996), em Santo Antônio da Patrulha
(RS), com Balada Bovina |
| CD
Festival 12ª Moenda da Canção
(1998), em Santo Antônio da Patrulha
(RS), com Passagens & Portagens |
| CD
Liber Pampa (1998), álbum de estréia |
| CD/Livro
Sou de Pelotas, Por Quê?! (1999),
lançamento do selo Bugioganga
Records em parceria com a Editora
Fanzona (do cartunista André Macedo,
criador do personagem Libório |
| CD
Festival 16º Musicanto Sul-Americano
(2000), em Santa Rosa (RS), com
Manuscrito (2º lugar na linha
livre) |
| Festival
15ª Moenda da Canção
(2001), em Santo Antônio
da Patrulha (RS), com A Roda Inventou
o Homem e Flor da Encarnação
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| Viagem
ao Sul da Terra (2002) |
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